domingo, 20 de abril de 2008

Eras o último...

Dia, porque mentes?
Eras o último de tantos…
Contados, sofridos, calados…
Podias ser fronteira,
O fim do silêncio da saudade.
Apesar de cinzento,
Sonhei-te.
Acreditei que sonhar
Não era sonho.
Abri as portas da tua memória
E nostálgico sorriste.
Dou-te e fugiste…
E eu?
Voltaste a esquecer-te de mim.



3 comentários:

joaquim disse...

Deixa lá Ni, porque Quem faz os dias tem-te sempre junto a Si...

Que bem escreves!

Sem tua autorização, mas que julgo não me negarias, coloquei-te nos meus "links".

Abraço amigo em Cristo

de dentro pra fora.... disse...

Espera, que esse último de tantos sofridos, calados...vai chegar,...
e então verás que o sonho deixou de o ser, para passar a ser uma verdade cheia de alegria....

assim eu tu desejo, de coração...




Já tinha saudades de te lêr...

Minerva disse...

Lembra-o tu Ni...

E depois? Será que se esqueceu mesmo?
Quem te conhece, não te esquece...

Beijo