quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Sopro do sentimento

Corro contra o vento
A tentar que me roube do pensamento
A dor da distância e da saudade
E que arrepie a felicidade...
Para que à flor da pele fique um sorriso
E no profundo do peito o desejo preciso
De que ao chegar aí
Tenha perdido a força da distância
E seja doce brisa, pura essência...,
Que não assobie nem sopre
Mas com (en)canto sussurre:
Não sou brisa, não sou vento
Sou o sopro do sentimento
Que a minha vida respira...
E a minha alma inspira
O meu coração com aconchegante ardor...
Sou Amor...






Ni

3 comentários:

joaquim disse...

Bem assim sendo, se todos os dias aqui te vier ler, todos os dias terei razões para sorrir.

Porque o belo faz sorrir!

José António Carneiro disse...

Obrigado por cada palavra, cada pontuação e cada silêncio. Obrigado por cada linha e cada entrelinha...

de dentro pra fora.... disse...

Lindo!!