segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Que as palavras não se esgotem...

Que as palavras não se esgotem
Enquanto as procuro
E, às vezes, re-invento...

Que os meus versos não acabem
Enquanto eu insisto e tento
Escrever luz mesmo no escuro...

Enquanto o mundo girar,
Eu hei-de continuar
A escrever e (ar)riscar
Uma espécie de poesia
Que diga a cada dia
A felicidade de amar.





Ni

3 comentários:

José António Carneiro disse...

Lindo. Absolutamente brilhante. Obrigado

joaquim disse...

Mesmo antes de vir ler subscrevi o comentário do José António no facebook.

É que sei o que a "casa gasta", nesta casa!

É sempre uma exaltação do coração, uma alegria calma e terna que me invade quando leio a Ni.

Precisamos de um livro, porque esta escrita nos envolove e nos enche do melhor que o amor dá.

Um beijo amigo e grato deste admirador das belissimas palavras escritas por ti, Ni!

Ni disse...

Pe. José António, obrigada por tanto... Obrigada por tudo. O brilho está nos olhos de quem lê assim!

Joaquim, fiquei sem jeito. As palavras escrevem-se quase sozinhas... Acontecem assim... sentem-se, pensam-se e escrevem-se quase sem pedir.

Obrigada!