segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Linhas inteiras partidas

Hoje as linhas não chegam ao fim...
Quebra-as a meio o pensamento
Tentado enganar o sentimento
Que as escreve mesmo assim:
Aparentemente partidas, divididas,
Mas tão inteiras quanto sentidas.

Linhas inteiras partidas...
Entrelinhas escondidas...
Escrevem amor meio a medo
Com o tom apaixonante do segredo
Do silêncio partilhado a sorrir
Pelo amor a existir.






Ni

2 comentários:

José António Carneiro disse...

Continua a escrever assim e todas as pontas se unirão e farão um belo novelo... Obrigado.

joaquim disse...

Deixo um sorriso!