E seria o sentir a tinta da caneta
A escrever cada reverso
Na inquietante simplicidade de um verso...
Limitaria a imposição do pensamento,
Modulava tudo entre o (im)perfeito
E dava asas ao coração
Para aprender a voar com o sentimento
Neste espaço de alma contra-feito
Tão livre como a razão.
E assim ia continuar
Entre o tudo e o nada (im)perfeito
A saber que isto é amar...
... Entre o tudo e o nada (im)perfeito.
Fosse eu digna de ser poeta
E riscaria toda a tinta da caneta
Que se atrevesse a escrever
A minha dificuldade de amar e ser.

Ni
1 comentário:
Lindo de tão perfeito.
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