Inquieta-me a fragilidade
Da minha alma despida
Dos segredos do coração...
É demais a simplicidade
Desta alma nunca escondida
Por ouvir o coração...
Soubesse eu esconder
A dor de algum sentir
E talvez tivesse a certeza
Do sentido do meu ser
Ser de facto existir
Nesta entranhada estranheza.
Inquieta-me ser assim
Tão longe do que sonhei
Tão distante da razão...
Tão dentro de mim...
Tão desfocada do conquistei
Tão perto do coração...

Ni
2 comentários:
Felizmente, Ni. Em você eu conheço alguém que ouve a voz do próprio coração neste mundo hostil, aonde sempre prevalecem os mais duros arrazoados... Felizmente.
Avante!
Abraços,
do poetinha armeniz.
Ouvir o coração... parece-me bem, se houver caminho para ele avançar. um beijo doce
Enviar um comentário