Queria gritar baixinho, para todo o meu mundo ouvir… Mas falei tão dentro que acabei apenas por me ouvir naquilo que não se diz.






Já há uns tempos que tinha visto este filme... mas há verdades que entristecem e fui guardando. Hoje, numa aula, recordei-o e não resisti. Alguém, enorme, sabia depender de tudo o que lhe estava a ser feito, de todos os procedimentos que estava a ser alvo, de todos os testes que tinha de sofrer... de todos os olhares passageiros à procura de mais um sinal... de todos os instrumentos frios a tocar-lhe a pele... e até da espera. Mas sabia que a objectividade da ciência é o maior dos seus limites e que o que lhe falta é acreditar...
